A terapeuta Fernanda Rosas mergulhou de cabeça no universo da reciclagem quando se mudou para o Guarujá (SP) há 5 anos e descobriu que o município não tinha coleta seletiva de lixo. “Eu separava vidro, metal, plástico, alumínio e levava tudo ao supermercado, mas sentia vontade de ir além disso. Afinal, separar o lixo é meio básico, né? Faltava encontrar uma solução definitiva para o lixo produzido aqui em casa”, conta Fernanda.