Site e livro reforçam a importância das áreas protegidas para o Brasil

O Ano Internacional das Florestas iniciou-se no Brasil com grande pressão não apenas sobre as florestas, mas também sobre outras formações naturais do território brasileiro e demais aspectos formadores de sua paisagem. Essas pressões podem ser ilustradas parcialmente pela desconstrução da legislação ambiental nacional, por meio da reforma do Código Florestal. Quem assistiu à sessão desta quarta-feira, 11/5, na Câmara dos Deputados, que acabou não votando o novo texto, que o diga. O uso de argumentos sem fundamentos e a divulgação de informações superficiais e desencontradas tem como fim maior proteger interesses de setores específicos da sociedade, e são, infelizmente, práticas comuns aos nossos representantes políticos. Leia o artigo de Márcio Santilli para saber mais sobre o assunto.

Unidades de Conservação (UCs) e Terras Indígenas (TIs) também são áreas protegidas que rotineiramente sofrem ataques, como o de representarem barreiras ao desenvolvimento nacional ou serem ineficientes – são criadas e acabam não implementadas. Essa situação valeu às UCs a alcunha de ‘Parques de papel’. Mas apesar de tudo isso, o Instituto Socioambiental comemora o Ano Internacional das Florestas com o lançamento de ferramentas que auxiliam a formação de opinião crítica e opinativa, com informações qualificadas, aprofundadas e transparentes sobre diversos temas relacionadas às TIs e UCs da Amazônia, desconstruindo acusações sem fundamento.